Bem, todo começo é difícil e no meu caso não poderia ter sido diferente.
Ao chegar no terceiro ano do ensino médio, já comecei a pensar em que curso iria fazer, qual profissão iria seguir. Até aquele momento estava decidida em tentar o curso de Arquitetura que era um sonho desde criança, mas ao fazer aqueles testes vocacionais me deparei em vários deles com a profissão de Psicólogo (a) e foi então que comecei a pesquisar um pouco mais sobre a profissão.
O meu objetivo seria ir embora da minha cidade e começar uma vida nova junto com o meu curso. Comecei a pesquisar pelas Faculdades/Universidades que ofereciam o curso de Psicologia e então me deparei com a USC (Universidade do Sagrado Coração) e como tinha amigas que estavam com o mesmo pensamento que o meu em estudar lá, então seguimos para Bauru e fizemos a nossa matricula.
Mas as coisas não sairam como eu planejei, afinal para me sustentar em Bauru, teria que primeiro arrumar um emprego e que por sinal não consegui. Porém, nem tudo estava perdido, pois na minha cidade também tinha o curso de Psicologia na FSP (Faculdade Sudoeste Paulista) e foi então que de última hora, faltando apenas dois dias (sábado e domingo) para começar as aulas, eu fiz tudo as pressas, fiz vestibular, empréstimo no banco para conseguir pagar a matricula e deu tudo certo. Pelo menos eu achava que estava tudo certo, mas na verdade não parei para pensar que teria que pagar a mensalidade, mas para tudo dá-se um jeito e eu consegui um emprego no mesmo dia em que comecei a faculdade, porém o meu salário não daria para pagar a mensalidade e as despesas com livros e xerox.
Ao chegar no terceiro ano do ensino médio, já comecei a pensar em que curso iria fazer, qual profissão iria seguir. Até aquele momento estava decidida em tentar o curso de Arquitetura que era um sonho desde criança, mas ao fazer aqueles testes vocacionais me deparei em vários deles com a profissão de Psicólogo (a) e foi então que comecei a pesquisar um pouco mais sobre a profissão.
O meu objetivo seria ir embora da minha cidade e começar uma vida nova junto com o meu curso. Comecei a pesquisar pelas Faculdades/Universidades que ofereciam o curso de Psicologia e então me deparei com a USC (Universidade do Sagrado Coração) e como tinha amigas que estavam com o mesmo pensamento que o meu em estudar lá, então seguimos para Bauru e fizemos a nossa matricula.
Mas as coisas não sairam como eu planejei, afinal para me sustentar em Bauru, teria que primeiro arrumar um emprego e que por sinal não consegui. Porém, nem tudo estava perdido, pois na minha cidade também tinha o curso de Psicologia na FSP (Faculdade Sudoeste Paulista) e foi então que de última hora, faltando apenas dois dias (sábado e domingo) para começar as aulas, eu fiz tudo as pressas, fiz vestibular, empréstimo no banco para conseguir pagar a matricula e deu tudo certo. Pelo menos eu achava que estava tudo certo, mas na verdade não parei para pensar que teria que pagar a mensalidade, mas para tudo dá-se um jeito e eu consegui um emprego no mesmo dia em que comecei a faculdade, porém o meu salário não daria para pagar a mensalidade e as despesas com livros e xerox.
Então agendei um horário com o diretor financeiro da faculdade e ele me propôs um acordo, ou seja, eu pagarei metade da mensalidade no primeiro semestre até conseguir o FIES e automaticamente ficaria livre das divídas, pois o FIES iria cobrir todas as despesas e eu ainda teria meu dinheiro de volta. Mas, novamente deu tudo errado, eu não consegui o FIES de imediato e então fiquei com uma dívida e também com a rematricula para pagar. O jeito foi fazer mais um empréstimo para pagar a rematricula e conversar novamente com o diretor financeiro que mais uma vez me permitiu pagar a mensalidade pela metade e transferiu minha divida que até então seria o dobro, para o final daquele ano.
No começo de 2012 foi que as coisas começaram a dar certo, eu consegui o FIES, consegui parcelar minha dívida com a faculdade e consegui estudar.
Com relação ao meu curso, foi a melhor escolha que fiz em minha vida. Eu amei cada aula, cada aprendizado, cada estágio e cada paciente que tive a oportunidade de atender e acompanhar sua tragetória de vida. Certamente aqueles testes vocacionais me ajudaram a escolher a profissão certa, pois não me vejo fazendo outra coisa que não seja doando o meu tempo para ouvir e acolher outras pessoas, de forma que elas possam se encontrar dentro de si.
Eu amo o que faço, amo ser Psicóloga!

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